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Cruzeiro no Alasca: Itinerários, Melhor Época e Quanto Custa

Joana Teixeira / Atualizado a

Fazer um cruzeiro no Alasca é uma experiência que muitos viajantes incluem na sua lista de viagens de sonho. Entre glaciares imponentes, baleias em liberdade, florestas praticamente intocadas e paisagens que parecem saídas de um documentário, esta é uma viagem onde a natureza assume verdadeiramente o papel principal.

Imagine acordar com vista para montanhas cobertas de neve, navegar entre fiordes rodeados de florestas e contemplar enormes paredes de gelo a partir do convés. Além disso, um cruzeiro permite descobrir algumas das regiões mais impressionantes do Alasca com todo o conforto, combinando cidades históricas, navegação panorâmica e encontros memoráveis com a vida selvagem.

Mas qual é o melhor itinerário? Qual é a melhor altura para viajar? Deve partir de Seattle ou Vancouver? E quanto custa esta experiência?

Neste guia, descubra tudo o que precisa de saber para começar a planear uma viagem inesquecível ao Alasca.

Qual é o melhor itinerário para um cruzeiro no Alasca?

Navio Westerdam no Hubbard Glacier no Alasca / fotografia propriedade de Holland America Line

O melhor itinerário depende da experiência que procura. Enquanto alguns viajantes sonham contemplar enormes glaciares, outros preferem observar animais no seu habitat natural ou combinar a viagem marítima coma descoberta do interior do Alasca.

Por isso, antes de escolher o navio ou a companhia, vale a pena identificar aquilo que mais gostaria de conhecer.

Para uma primeira viagem ao Alasca

Um cruzeiro de sete noites pela Inside Passage é uma excelente opção para quem visita o Alasca pela primeira vez. Este percurso permite descobrir localidades como Juneau, Skagway e Ketchikan, enquanto navega entre ilhas, canais e montanhas. Além disso, existem itinerários de ida e volta a Seattle ou Vancouver, o que facilita a organização dos voos e do alojamento. Para uma experiência especialmente centrada na natureza, vale a pena privilegiar os percursos que incluem Glacier Bay.

Para uma viagem mais completa

Se dispõe de mais tempo, considere um cruzeiro pelo Golfo do Alasca, combinado com uma extensão terrestre ao Parque Nacional de Denali. Desta forma, poderá conhecer duas facetas diferentes do Alasca: a costa, marcada por fiordes e glaciares, e o interior, com montanhas, florestas e vastas áreas selvagens.

Estes programas são especialmente interessantes para quem procura explorar o território para além das localidades costeiras. Habitualmente, recomenda-se reservar entre 10 e 14 dias para combinar o cruzeiro com a viagem terrestre (pré-cruzeiro), embora a duração dependa do programa escolhido.

Para quem quer contemplar glaciares e vistas únicas

Se o seu principal objetivo é observar enormes massas de gelo, procure itinerários que incluam Glacier Bay, Hubbard Glacier ou College Fjord. Estas zonas proporcionam momentos de navegação panorâmica, durante os quais poderá contemplar glaciares rodeados por montanhas e paisagens praticamente intocadas.

No entanto, nem todos os navios percorrem as mesmas regiões. Assim, confirme sempre os locais de navegação incluídos no itinerário.

Para quem quer observar a vida selvagem

Glacier Bay / by Maridav / Shutterstock

O Alasca é um destino extraordinário para quem gosta de admirar a vida selvagem. Em Juneau, por exemplo, existem excursões para a observação de baleias-jubarte. Por sua vez, noutras zonas da costa poderá avistar águias de cabeça branca, focas, lontras marinhas e, ocasionalmente, ursos. Contudo, os avistamentos dependem sempre das condições naturais e não podem ser garantidos.

Além disso, algumas companhias disponibilizam atividades acompanhadas por especialistas, permitindo conhecer melhor os ecossistemas da região.

Inside Passage ou Golfo do Alasca: qual escolher?

Estas são dois dos principais itinerários de cruzeiro no Alasca. Ambos permitem descobrir paisagens impressionantes, mas oferecem experiências diferentes.

Inside Passage: a rota clássica do Alasca

A Inside Passage atravessa uma extensa rede de canais, ilhas e fiordes ao longo da costa do Pacífico. Durante a navegação, poderá apreciar florestas, montanhas e pequenas comunidades costeiras. Além disso, grande parte do percurso atravessa águas protegidas, proporcionando habitualmente uma navegação mais tranquila do que em mar aberto. Muitos dos itinerários são de sete noites, com partida e regresso a Seattle ou Vancouver. Entre as escalas mais frequentes encontram-se Juneau, Skagway e Ketchikan, embora o percurso dependa da companhia e da data de partida.

Inside Passage / foto de Raven Wild Photography / Shutterstock

Esta é também uma das regiões mais previligiadas para o avistamento de baleias, pelo mar calmo e abundância de peixes para se alimentares.  

É uma escolha especialmente indicada para quem procura uma primeira experiência no Alasca, com um bom equilíbrio entre paisagens, cultura e conforto.

Golfo do Alasca: uma experiência mais abrangente

Os cruzeiros pelo Golfo do Alasca percorrem uma região mais extensa da costa sul do território. Ao contrário dos itinerários circulares, estas viagens realizam frequentemente um percurso de sentido único entre Vancouver e Seward ou Whittier, na região de Anchorage, ou no sentido inverso. Por isso, são particularmente interessantes para quem pretende prolongar a viagem em terra, podendo assim conhecer as cidades de partida e regresso, adicionando mais uns dias de viagem.

Denali, o pico mais alto da América do Norte no Alasca / foto de Hassan Creations 786 / Shutterstock

Uma das possibilidades mais procuradas é visitar o Parque Nacional de Denali, conhecido pelas paisagens montanhosas e pelas oportunidades de observação da vida selvagem.

Se pretende explorar tanto a costa como o interior do Alasca, esta poderá ser a opção mais completa.

Glacier Bay: o detalhe que pode fazer toda a diferença

Montanhas Nevadas Do Alasca Próximo A Anchorage Alaska / Jacie Creatives / Shutterstock

Para muitos viajantes, a passagem pelo Parque Nacional de Glacier Bay é um dos momentos mais memoráveis de um cruzeiro no Alasca.

Esta região protegida, integrada numa área classificada como Património Mundial pela UNESCO, reúne montanhas imponentes, florestas, vida selvagem e enormes glaciares que chegam ao mar. Durante a navegação, o navio percorre lentamente a baía, proporcionando vistas privilegiadas sobre as paredes de gelo. Com alguma sorte, poderá assistir ao desprendimento de grandes blocos que caem na água, num fenómeno natural conhecido como calving.

Além disso, nos cruzeiros autorizados, guardas-florestais do National Park Service podem embarcar para partilhar informações sobre a geologia, os ecossistemas e a história natural da região. A experiência é realizada a bordo e permite contemplar as paisagens ao longo de várias horas, sem necessidade de participar numa excursão terrestre.

Contudo, nem todos os cruzeiros no Alasca incluem Glacier Bay, uma vez que a circulação de navios nesta área está sujeita a regras específicas. Por isso, se visitar este parque é uma prioridade, confirme se o itinerário inclui expressamente a navegação em Glacier Bay. A referência genérica a paisagens glaciares não significa necessariamente que o navio passe nesta região.

Seattle ou Vancouver: qual é o melhor porto de partida?

Seattle (EUA), e Vancouver (Canadá) são duas das principais cidades de partida escolhidas pelas companhias para cruzeiros no Alasca. A escolha pode influenciar não só a os voos, mas também as paisagens observadas durante a navegação.

Partir de Seattle: conveniência e variedade de itinerários

Seattle oferece uma ampla seleção de cruzeiros de ida e volta, permitindo embarcar e desembarcar no mesmo porto. Apesar de não haver de momento voo direto de Portugal, o aeroporto de Seattle recebe várias aéreas internacionais, permitindo voos com escala.

Outra diferença importante está no percurso. Alguns itinerários navegam por zonas mais expostas do Pacífico, em vez de atravessarem os canais mais cénicos da Inside Passage canadiana.

Partir de Vancouver: paisagens desde o início da viagem

Vancouver é um dos principais portos de partida ou chegada dos cruzeiros pelo Golfo do Alasca.

Os viajantes que privilegiam a navegação panorâmica escolhem frequentemente itinerários a partir de Vancouver, pois muitos itinerários percorrem os canais e as ilhas da Inside Passage canadiana, proporcionando vistas sobre montanhas, florestas e pequenas localidades costeiras.

Para quem pretende combinar uma viagem de navio com uma extensão terrestre, poderá ser uma alternativa particularmente interessante, com uma estadia pré ou pós-cruzeiro no Canadá.

À semelhança de Seattle, apesar de não haver voos diretos de Lisboa ou Porto, existem vários voos de ligação para este aeroporto.

Em resumo, Seattle pode destacar-se pela conveniência, enquanto Vancouver é uma escolha a considerar para quem dá especial importância às paisagens durante a navegação. Ainda assim, a decisão deve ter por base o itinerário efetivo, e não apenas o porto de partida.

Quais são os melhores portos e glaciares a não perder?

Alaska / Andrea Izzotti / Shutterstock

Cada escala revela uma faceta diferente do Alasca. Enquanto algumas localidades se destacam pela história e cultura, outras oferecem experiências únicas na natureza.

Juneau: baleias e o glaciar Mendenhall

A capital do Alasca é uma das paragens mais emblemáticas dos cruzeiros pela região. Entre as experiências mais procuradas encontram-se as excursões de observação de baleias-jubarte e a visita ao glaciar Mendenhall. Além disso, a paisagem envolvente combina montanhas, florestas e cursos de água, tornando Juneau especialmente interessante para os amantes da natureza.

Skagway: uma viagem pela história da corrida ao ouro

Skagway conserva parte do ambiente da corrida ao ouro de Klondike, no final do século XIX. A experiência mais conhecida é a viagem no White Pass & Yukon Route Railroad, um comboio histórico que atravessa montanhas, pontes e desfiladeiros. Por isso, é uma escala a considerar para quem gosta de história e pretende descobrir o território de uma forma diferente.

Skagway / navio Nieuw Amsterdam / fotografria propriedade de Holland America Line

Ketchikan: cultura indígena e florestas

Ketchikan destaca-se pela tradição piscatória e pelo património cultural dos povos indígenas da região. Entre os locais mais conhecidos está Creek Street, uma zona histórica construída sobre estacas. Além disso, poderá visitar espaços dedicados à arte dos postes totémicos e realizar excursões pelas florestas temperadas que rodeiam a cidade.

Sitka: natureza e herança histórica

Sitka distingue-se pela combinação de influências culturais indígenas e russas. Rodeada por montanhas, florestas e águas costeiras, oferece oportunidades para observar aves marinhas e conhecer o património local. Desta forma, constitui uma escala interessante para quem procura experiências culturais e paisagens menos urbanizadas.

Glacier Bay: um dos grandes espetáculos naturais

Glacier Bay é uma das principais atrações de muitos itinerários pelo Alasca, sobretudo para quem procura paisagens glaciares. Como o parque recebe um número limitado de navios autorizados, confirme a sua inclusão no percurso antes de reservar, tal como explicámos anteriormente.

Hubbard Glacier: um gigante de gelo

O Hubbard Glacier é um dos glaciares mais impressionantes da região. A sua enorme frente de gelo proporciona uma paisagem extraordinária quando observada a partir do navio. Contudo, a aproximação depende das condições meteorológicas e da presença de gelo no mar. Ainda assim, a navegação nesta zona pode ser um dos momentos mais marcantes da viagem.

Tracy Arm: fiordes e paisagens impressionantes

Tracy Arm / foto de Alexandre.ROSA / Shutterstock

Este fiorde conhecido pelas montanhas escarpadas, cascatas e águas rodeadas de gelo. Na região situam-se os glaciares Sawyer, embora a possibilidade de aproximação dependa das condições de navegação. Além disso, alguns itinerários visitam zonas próximas, como Endicott Arm e o glaciar Dawes, em alternativa a Tracy Arm.

College Fjord: glaciares entre montanhas

Alaska / Logan Bush / Shutterstock

Situado na região de Prince William Sound, College Fjord destaca-se pela concentração de glaciares e pelas montanhas envolventes. É especialmente interessante para quem pretende contemplar enormes paisagens de gelo durante a navegação panorâmica.

Nem todos estes portos estão incluidos nos itinerários. Por isso, verifique se o que escolhe vai de encontro ao que gosta e que mais lhe apela.

Qual a melhor época para fazer um cruzeiro no Alasca?

A principal temporada de cruzeiros decorre entre maio e setembro, embora algumas companhias também disponibilizem partidas em abril. A melhor altura depende da experiência que procura. Junho e julho destacam-se pelos dias muito longos, enquanto maio e setembro podem apresentar preços mais acessíveis.

MêsTempo e luminosidadeVida selvagemTendência de preços
MaioTemperaturas frescas e dias cada vez mais longosBaleias e aves marinhasGeralmente mais baixos
JunhoDias muito longos e temperaturas mais amenasBaleias e diversas espécies de avesMédios a elevados
JulhoDias longos e temperaturas habitualmente amenasBoa época para observar baleiasGeralmente elevados
AgostoTemperaturas ainda relativamente amenas, com possibilidade de chuvaBaleias, salmões e outras espéciesMédios a elevados
SetembroDias mais curtos, temperaturas mais baixas e maior probabilidade de chuvaAlgumas oportunidades de observação de faunaGeralmente mais baixos

As condições meteorológicas e os avistamentos de animais variam conforme o ano e a região. Os preços dependem da companhia, do itinerário e da disponibilidade.

Em resumo: Junho e julho são excelentes opções para quem pretende aproveitar os dias longos e realizar várias excursões. Por outro lado, maio e setembro podem ser interessantes para quem procura tarifas mais competitivas e destinos menos movimentados. Em agosto, continuam a existir boas oportunidades para observar baleias, embora a chuva possa ser mais frequente em determinadas zonas costeiras.

Para os mais aventureiros: cruzeiros de expedição no Alasca

Para quem procura uma experiência mais próxima da natureza, existem também cruzeiros de expedição, habitualmente realizados em navios de menor dimensão. Estas viagens privilegiam a exploração de zonas mais remotas, o acompanhamento por guias especializados e atividades como passeios em pequenas embarcações, observação da vida selvagem ou caminhadas, sempre que as condições o permitem. Ao contrário dos grandes navios, o principal destaque não é o entretenimento a bordo, mas a descoberta do território. São, por isso, uma alternativa interessante para viajantes que valorizam a aventura e o contacto direto com a natureza.

Que companhia escolher para um cruzeiro no Alasca?

A companhia escolhida influencia tanto o ambiente a bordo como os itinerários disponíveis. Cada companhia tem as suas características que vão de encontro a cada perfil de viajante.

Navio Norwegian Bliss / fotografia propriedade de Norwegian Cruise Line

Holland America Line

A Holland America Line é uma das companhias com maior tradição nos cruzeiros pelo Alasca. Os seus itinerários destacam-se pela atenção às paisagens naturais, à observação da vida selvagem e às experiências relacionadas com o destino. Além disso, disponibiliza opções de navegação por Glacier Bay e programas que combinam o cruzeiro com extensões terrestres, incluindo o Parque Nacional de Denali. É uma alternativa especialmente interessante para quem procura uma viagem mais centrada na descoberta do Alasca, sem abdicar do conforto a bordo.

Norwegian Cruise Line

A Norwegian Cruise Line é conhecida pelo ambiente descontraído e pela flexibilidade na organização dos dias a bordo. A companhia disponibiliza diferentes opções de restauração e entretenimento, permitindo adaptar a experiência às preferências de cada viajante. Além disso, os itinerários pelo Alasca combinam algumas das principais localidades da região com momentos de navegação panorâmica. É uma escolha a considerar para casais, grupos de amigos e viajantes que valorizam maior liberdade durante as férias.

Royal Caribbean Cruise Line

A Royal Caribbean é uma opção particularmente interessante para quem pretende combinar as paisagens do Alasca com uma experiência de navio muito completa. A bordo, encontrará uma oferta diversificada de entretenimento, restauração e atividades para diferentes idades. Por sua vez, os itinerários podem incluir portos como Juneau, Skagway e Ketchikan, além de zonas de navegação panorâmica. É especialmente indicada para famílias e viajantes que valorizam tanto o destino como as experiências disponíveis durante os dias no mar, especialmente entreternimento.

MSC Cruzeiros

A MSC Cruzeiros apresenta vários itinerários que navegação panorâmica por Endicott Arm, com vistas sobre o glaciar Dawes. A MSC é uma alternativa para quem procura descobrir o Alasca sem abdicar da experiência clássica de cruzeiro, sendo uma opção a considerar para quem valoriza o ambiente internacional a bordo e pretende comparar diferentes propostas de preço.

Princess Cruises

A Princess Cruises é uma das companhias mais emblemáticas dos cruzeiros pelo Alasca. Destaca-se pela variedade de itinerários e pela possibilidade de combinar a viagem marítima com extensões terrestres ao Parque Nacional de Denali. Para além de que, oferece diferentes alternativas para conhecer a costa e explorar zonas do interior. É uma escolha especialmente interessante para quem pretende uma experiência mais abrangente e aprofundada do destino.

Disney Cruise Line

A Disney Cruise Line combina as paisagens do Alasca com espetáculos, entretenimento e experiências inspiradas no universo Disney. A bordo, existem atividades para diferentes idades, tornando a companhia especialmente interessante para famílias com crianças. Contudo, também poderá agradar a adultos fãs da marca que procuram uma experiência de cruzeiro diferenciadora e querem regressar aos seus tempos de infância.

Quanto custa um cruzeiro no Alasca e como chegar de Portugal?

Depois de escolher o itinerário e a companhia, chega o momento de reservar a viagem. O preço de um cruzeiro no Alasca varia consoante a data, a companhia, o itinerário, o navio, a duração e o tipo de camarote.

Em Top Atlântico.pt, existem propostas para 2027 com partidas de Vancouver e Seattle.

Navio e companhiaDuraçãoPorto e data de partidaPreço desde
Koningsdam — Holland America Line7 noitesVancouver, 3 de julho de 20271097 € por pessoa
Norwegian Bliss — Norwegian Cruise Line7 noitesSeattle, 29 de maio de 20271312 € por pessoa
Koningsdam: as gratificações não estão incluídas no preço apresentado e representam um custo adicional de aproximadamente 120 € por pessoa, pago a bordo. Norwegian Bliss: a oferta apresentada já inclui gratificações no valor aproximado de 130 € por pessoa.

Na tabela acima já ficou com uma ideia de um preço de um cruzeiro. No entanto, o preço final depende da data, do navio, do camarote e de outros serviços que são necessários adicionar. Os preços dos cruzeiros não incluem os voos de Portugal, transferes, o seguro, o alojamento antes do embarque, seguro de viagens e outras despesas adicionais como possíveis pacotes de bebidas, excursões, além disso é necessário contar com custos de passaportes ou autorizações de entrada.

Recomenda-se especialmente a contratação de um seguro de viagem com cobertura médica adequada aos EUA e ao Canadá. Antes de viajar, confirme também os documentos e as autorizações de entrada aplicáveis ao itinerário, incluindo eventuais escalas nos dois países. Por fim, tenha em conta que bebidas, excursões e outros serviços podem representar custos adicionais. Para saber mais, descubra também estas 10 dicas para quem vai fazer um cruzeiro pela primeira vez.

Perguntas frequentes sobre cruzeiros no Alasca

É imprescindível reservar alojamento na cidade de embarque antes da partida do cruzeiro, preferencialmente com uma margem de um a dois dias. Desta forma, poderá prevenir problemas causados por atrasos ou alterações dos voos internacionais.

Como chegar ao Alasca a partir de Lisboa ou do Porto?

A viagem começa, geralmente, com um voo com escala para Seattle ou Vancouver, dependendo do porto de embarque. Nos itinerários pelo Golfo do Alasca, poderá também ser necessário viajar de ou para Anchorage, organizando depois a ligação terrestre até Seward ou Whittier.

Quantos dias são necessários para um cruzeiro no Alasca?

Um cruzeiro no Alasca pode ser entre 7 a 18 dias, dependendo do itinerário que escolher. Os itinerários clássicos têm, geralmente, sete a 8 noites. Mas não se esqueça de adicionar mais noites de alojamento na cidade de onde parte o navio.

Qual é o melhor mês para fazer um cruzeiro no Alasca?

Junho e julho destacam-se pelos dias longos e pelas boas condições para realizar excursões. Por outro lado, maio e setembro podem apresentar tarifas mais competitivas. A escolha depende das atividades e experiências que pretende privilegiar. Agosto, apesar de ser época alta, é o mês que tem mais probabilidade de ver baleias.

Onde e qual a melhor época para ver baleias no Alasca?

O Alasca é um dos melhores destinos do mundo para a observação de baleias. As zonas mais procuradas incluem Juneau, Icy Strait Point, Sitka e Ketchikan, ao longo da Inside Passage, onde as águas ricas em nutrientes atraem regularmente estes animais. A temporada de observação decorre, de forma geral, entre abril e novembro, mas os meses de junho e julho são frequentemente considerados os mais favoráveis, combinando elevada atividade da vida marinha com condições ideais para excursões e navegação.

É possível observar auroras boreais durante um cruzeiro?

Sim, embora não seja uma experiência garantida. As possibilidades são reduzidas durante grande parte da temporada. Em junho e julho, os dias são muito longos que a falta de escuridão dificulta a observação deste fenómeno. Já no final de agosto e em setembro, as noites tornam-se progressivamente mais escuras. Contudo, a nebulosidade frequente nas zonas costeiras e a atividade solar condicionam os avistamentos. Por isso, se as auroras boreais forem o principal objetivo da viagem, poderá ser preferível visitar o interior do Alasca numa época mais favorável.

É melhor partir de Seattle ou Vancouver?

Seattle oferece diferentes opções de cruzeiros de ida e volta e poderá ser conveniente em termos de ligações aéreas. Já Vancouver é especialmente interessante para quem pretende privilegiar a navegação pela Inside Passage canadiana. Compare o itinerário e os voos disponíveis antes de decidir.

Vale a pena fazer um cruzeiro no Alasca?

Sim, e muito! Em particular para quem procura paisagens grandiosas, contacto com a natureza e experiências muito diferentes das tradicionais férias de sol e praia.

A possibilidade de observar glaciares, baleias, florestas e pequenas comunidades costeiras, sem mudar constantemente de alojamento, faz desta uma das formas mais confortáveis de explorar a região. Além disso, muitos dos momentos mais impressionantes acontecem durante a própria navegação, quando as montanhas e os glaciares surgem diante do navio.

Se é a sua primeira visita ao Alasca, um cruzeiro de sete noites pela Inside Passage, idealmente com passagem por Glacier Bay, oferece um excelente equilíbrio entre duração, conforto e descoberta.

Já para uma experiência mais completa, vale a pena combinar a viagem com uma extensão terrestre ao Parque Nacional de Denali, permitindo conhecer duas das facetas mais impressionantes deste destino.

Numa viagem de cruzeiro ao Alasca, há que escolher o navio e companhia, analisar os portos de escala, os glaciares a avistare a possibilidade de combinar o cruzeiro com outras experiências. Com a ajuda da Top Atlântico, poderá encontrar a experiência que melhor corresponde às suas expectativas e começar a planear uma viagem que ficará certamente na memória.

Preços acima mencionados são preços por pessoa, são apenas do cruzeiro em camarote duplo interior, publicados pela Top Atlântico e consultados em outubro de 2026. Incluem sete noites de cruzeiro em regime de pensão completa e taxas portuárias, de acordo com as condições específicas de cada proposta. Preços não incluem voos, taxas, gratificações nem outros serviços não mencionados. Valores sujeitos a disponibilidade e alteração.

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